EUA reforçam sanções contra Rússia por sua política sobre a Ucrânia

Washington, 20 Jun 2017 (AFP) - Os Estados Unidos anunciaram nesta terça-feira a intensificação das sanções contra a Rússia por seu suposto apoio aos rebeldes separatistas da Ucrânia, pouco antes de uma reunião entre Donald Trump e seu contraparte ucraniano na Casa Branca.

"É uma grande honra estar com o presidente (Petro) Porochenko", declarou o presidente americano no Salão Oval, na presença do último e do vice-presidente Mike Pence. "Tivemos um diálogo muito bom", acrescentou.

As novas sanções afetam 38 indivíduos e entidades na Ucrânia, assim como dois altos funcionários russos e a uma dúzia de indivíduos e organizações que operam na Crimeia.

Elas têm o propósito de "manter a pressão sobre a Rússia e encontrar uma solução diplomática", explicou o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin.

Entre as pessoas incluídas na lista negra que bloqueia seus eventuais bens nos Estados Unidos e proíbe qualquer relação comercial com eles, estão cerca de vinte separatistas ucranianos. Eles são acusados de responsabilidade nos Estados separatistas da Crimeia, "a República popular de Donetsk", ao redor da cidade de mesmo nome, e "a República Popular de Lugansk".

Segundo o Departamento de Tesouro americano, as sanções vinculadas à situação no leste da Ucrânia continuarão em vigor "até que a Rússia cumpra suas obrigações com os acordos de Minsk". "As sanções americanas relacionadas com a Crimeia não serão suspensas até que a Rússia dê fim à ocupação da península", acrescentou a mesma fonte.

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