Angela Merkel defende retomada de negociações com UE
Berlim, 28 Jun 2017 (AFP) - A chanceler alemã, Angela Merkel, se manifestou nesta terça-feira a favor da retomada das negociações entre a União Europeia (UE) e os Estados Unidos sobre um acordo de livre comércio, em ponto morto desde a eleição de Donald Trump.
"Sou a favor de retomar as negociações sobre um acordo de livre comércio" e "também de solucionar todos os problemas de forma conjunta", declarou Merkel durante um congresso econômico organizado por seu partido, a União Democrata Cristã (CDU).
O secretário americano do Comércio, Wilbur Ross, que deveria ter participado do congresso, enviou um vídeo no qual reafirmou a vontade dos Estados Unidos de se defender das "práticas de concorrência desleal", em particular nos ramos do aço e do alumínio.
No final de maio, Wilbur Ross se declarou aberto à retomada das negociações do tratado de livre comércio transatlântico com a UE.
Iniciadas em 2013, as negociações do tratado - que busca estabelecer uma ampla zona de livre comércio nos dois lados do Atlântico - foram interrompidas com a eleição de Trump e seu programa protecionista.
Mas agora Trump parece acreditar que um acordo permitirá reduzir o desequilíbrio com a União Europeia em matéria de déficit comercial, principalmente com a Alemanha.
"Sou a favor de retomar as negociações sobre um acordo de livre comércio" e "também de solucionar todos os problemas de forma conjunta", declarou Merkel durante um congresso econômico organizado por seu partido, a União Democrata Cristã (CDU).
O secretário americano do Comércio, Wilbur Ross, que deveria ter participado do congresso, enviou um vídeo no qual reafirmou a vontade dos Estados Unidos de se defender das "práticas de concorrência desleal", em particular nos ramos do aço e do alumínio.
No final de maio, Wilbur Ross se declarou aberto à retomada das negociações do tratado de livre comércio transatlântico com a UE.
Iniciadas em 2013, as negociações do tratado - que busca estabelecer uma ampla zona de livre comércio nos dois lados do Atlântico - foram interrompidas com a eleição de Trump e seu programa protecionista.
Mas agora Trump parece acreditar que um acordo permitirá reduzir o desequilíbrio com a União Europeia em matéria de déficit comercial, principalmente com a Alemanha.
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