Restam menos de 3.000 extremistas do EI em Iraque e Síria (coalizão)

Bagdá, 5 dez 2017 (AFP) - A coalizão anti-extremista liderada pelos Estados Unidos considera que restam menos de 3.000 membros do grupo Estado Islâmico (EI) em Iraque e Síria, afirmou nesta terça-feira (5) o seu porta-voz, coronel Ryan Dillon.

"Os combatentes do Daesh (acrônimo em árabe do EI) são menos de 3.000. Continuam sendo uma ameaça, mas seguiremos apoiando nossos sócios para desarmá-los", respondeu o coronel, questionado sobre quantos combatentes do EI restavam no terreno durante uma sessão de perguntas e respostas na conta oficial do Twitter da coalizão.

Em 2014, o EI tomou o controle de um terço do Iraque, especialmente Mossul, e controlava também uma grande parte do leste da Síria.

Os extremistas proclamaram um "califado" entre os dois países. Essa organização contava com dezenas de milhares de combatentes procedentes do mundo inteiro.

Diante deste desafio, os Estados Unidos iniciaram uma grande coalizão anti-extremista. Em 2017, o EI perdeu Mossul, no Iraque, assim como Raqa e Deir Ezzor, na Síria.

Atualmente, excetuando-se algumas células dispersas, a maior parte dos combatentes do EI está no deserto.

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