Coalizão acusa Damasco de garantir 'impunidade' ao EI

Washington, 27 dez 2017 (AFP) - A coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos no Iraque e na Síria que combate o Estado Islâmico (EI) acusou, nesta quarta-feira, o presidente sírio, Bashar al Assad, de garantir "impunidade" aos jihadistas em zonas controladas pelo regime.

Os membros do EI "parecem se mover com impunidade em territórios controlados pelo regime", que "claramente não está disposto ou é incapaz de derrotar o Daesh", disse a jornalistas no Pentágono o general britânico Felix Gedney, usando o acrônimo árabe do grupo extremista.

Gedney indicou que a coalizão não tem planos de perseguir os combatentes do EI nas áreas controladas pelo regime sírio e instou Assad a fazer isso.

"Seguiremos comprometidos em derrotá-los nas áreas atualmente controladas por nossas forças associadas na Síria, e pediremos ao regime sírio que os eliminem das áreas que estão atualmente sob seu controle", disse o general da coalizão.

O EI conseguiu tomar grandes áreas no Iraque e na Síria, mas perdeu todas as cidades que chegou a controlar para as forças locais respaldadas pela coalizão, de modo que seu autoproclamado Estado se desmoronou.

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