Maduro condena agressão contra equipe de seu rival nas eleições

Caracas, 4 Abr 2018 (AFP) - O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, condenou nesta terça-feira (3) a agressão contra a equipe de campanha de um de seus rivais nas próximas eleições presidenciais. Segundo Maduro, 17 pessoas foram detidas pelo caso.

"Quero condenar a agressão de que foi alvo ontem a caravana do candidato Henri Falcón. Desde que me inteirei ordenei uma investigação. Posso dizer que hpa 17 detidos", disse o presidente durante um ato no estado de Lara (oeste).

Maduro pediu a "punição máxima" para os responsáveis por "agredir verbal e fisicamente" a equipe de Falcón durante um a campanha na segunda-feira em Catia (zona popular do oeste de Caracas).

"Convoco o povo da Venezuela à paz, a fazer uma campanha eleitoral de alegria (...). Os responsáveis estão presos e peço à justiça a punição máxima", acrescentou.

Falcón, ex-governador de Lara e dissidente do governo, denunciou que um deputado de seu partido sofreu um traumatismo craniano "grave" e precisou ser hospitalizado após ser agredido.

O candidato atribuiu a agressão a grupos próximos ao governo, que segundo ele portavam "armas de fogo e armas brancas", e responsabilizou Maduro por sua segurança.

Além disso, Falcón garante que foram roubados telefones celulares, câmeras fotográficas e roupas.

Dissidente do chavismo, Falcón decidiu concorrer com Maduro nas eleições de 20 de maio a contragosto da coalizão opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD),.

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