EUA continuam planejando sanções contra a China

Washington, 29 Mai 2018 (AFP) - Washington continua preparando suas sanções comerciais contra a China, anunciadas em março para restringir principalmente os investimentos de Pequim nos Estados Unidos, de acordo com um comunicado divulgado pela Casa Branca nesta terça-feira.

O anúncio gerou dúvidas, uma vez que o secretário do Tesouro havia indicado em 20 de maio que as ameaças de represálias comerciais contra a China estavam "suspensas", depois que Pequim e Washington chegaram a um "consenso" para reduzir o déficit comercial americano.

As restrições aos investimentos "serão anunciadas até 30 de junho" para sua aplicação "pouco depois", disse a Casa Branca, que pretende limitar a possibilidade de a China adquirir tecnologia americana.

O governo chinês anunciou medidas de represália sobre produtos americanos. Mas em 19 de maio, Washington e Pequim anunciaram uma trégua em sua guerra comercial.

A China, principal mercado automotivo do mundo, anunciou na semana passada que reduziria suas tarifas sobre os automóveis de 25% para 15% a partir de 1º de julho.

Na sexta-feira, o presidente Donald Trump anunciou um acordo para resolver a disputa sobre o grupo de telecomunicações chinês ZTE. Em troca do levantamento da proibição da exportação de componentes americanos, a ZTE terá que pagar uma multa de 1,3 bilhão de dólares.

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