Síria condiciona negociações à retirados EUA da fronteira

Beirute, 2 Jun 2018 (AFP) - O chefe da diplomacia síria, Walid Muallem, condicionou neste sábado a participação de seu governo nas negociações sobre o destino do sul da Síria, em parte controlado por rebeldes, à retirada dos Estados Unidos de outra região situada na fronteira jordaniana-iraquiana.

Há várias semanas o exército sírio envia tropas em reforço ao suld o país visando a uma eventual operação militar para desalojar os rebeldes, que controlam cerca de 70% das províncias meridionais de Deraa e Quneitra.

O grupo Estado Islâmico (EI) mantém presença limitada no sudoeste de Deraa.

Na segunda-feira, a Rússia, aliada da Síria, convocou os Estados Unidos e a Jordânia, com os quais conseguiu um acordo de cessar-fogo nesta região em julho de 2017, para uma reunião tripartite para discutir uma eventual solução negociada.

A Rússia já supervisionou vários acordos denominados de reconciliação em diferentes zonas rebeldes na Síria, que experimentaram ofensivas.

O conflito sírio iniciado em 2011 já deixou mais de 350.000 ortos e milhões de pessoas deslocadas.

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