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EUA acreditam que Inteligência chinesa está por trás do hacking à Marriott

12/12/2018 19h14

Washington, 12 dez 2018 (AFP) - Os investigadores americanos acreditam que a Inteligência chinesa esteve por trás do roubo de dados de cerca de 500 milhões de hóspedes do hotel Marriott, noticiou o jornal The New York Times nesta quarta-feira (12).

Acredita-se que os hackers trabalhavam para o Ministério de Segurança do Estado e faziam parte de um esforço de espionagem que afetou também seguradoras de saúde nos Estados Unidos e a base de dados de emprego, segundo o Times.

O jornal citou dois funcionários do governo anônimos que tinham sido informados sobre o hacking aos hotéis internacionais Marriott.

A notícia chega em meio a tensões crescentes entre Pequim e Washington, que abrangem geopolítica, comércio, rivalidade tecnológica e espionagem.

Na semana passada, o Canadá prendeu uma executiva da companhia de telecomunicações Huawei a pedido dos Estados Unidos, que planeja acusá-la por fraude relacionada a transações comerciais que rompem as sanções com o o Irã.

Além disso, espera-se que Washington revele esta semana novas acusações contra membros do exército chinês e hackers, enquanto busca combater o que é considerado uma ameaça cibernética sustentada contra o governo dos Estados Unidos e objetivos corporativos por parte de Pequim.

A maior rede de hotéis do mundo revelou em 30 de novembro que os hackers tinham invadido os sistemas de sua marca Starwood desde 2014. A falha de segurança foi descoberta em setembro, e o caso está sendo investigado pelo FBI.

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