PUBLICIDADE
Topo

Eleições Americanas

Jovem acusado de pornografia infantil pesquisou na web sobre matar Biden

Joe Biden participa de debate com o rival, o republicano Donald Trump - Pool /Getty Images /AFP
Joe Biden participa de debate com o rival, o republicano Donald Trump Imagem: Pool /Getty Images /AFP

23/10/2020 10h39

Um jovem de 19 anos acusado de posse de pornografia infantil e preso por uma van carregada de armas pesquisava na internet sobre matar o candidato presidencial democrata Joe Biden, segundo documentos judiciais.

Alexander Hillel Treisman foi preso em maio após uma análise de sua van abandonada em Kannapolis, Carolina do Norte, encontrar inúmeras armas, incluindo um fuzil semiautomático AR-15 e uma lata de material explosivo.

Também foram encontrados livros sobre fabricação de bombas, 509.00 dólares e desenhos de suásticas e de aviões chocando contra edifícios, segundo os documentos apresentados em 6 de outubro em um tribunal distrital da Carolina do Norte.

O dinheiro, segundo funcionários nos documentos, seria parte de uma herança.

O FBI vasculhou seu celular, computadores e outros aparelhos e encontrou 1.248 vídeos e 6.721 imagens de pornografia infantil, segundo os promotores federais.

Investigadores de uma força antiterrorista encontraram que, em 15 de abril, ele publicou no aplicativo iFunny um meme com a legenda "Deveria matar Joe Biden?" e que entre março e maio buscou informações sobre a residência de Biden, leis estatais sobre armas e óculos de visão noturna.

Também comprou um AR-15 em New Hampshire, viajou até um local de fast-food a quatro milhas da casa de Biden e escreveu uma lista que termina com a palavra "Executado", segundo o depoimento de oficiais.

Após a prisão, ele "revelou que tem interesse em incidentes terroristas e tiroteios em massa" e que viajou pelo país para comprar várias armas de fogo, dizem os documentos.

Treisman foi preso em 28 de maio e em 28 de setembro um grande júri federal o processou por posse de pornografia infantil. Ele não tinha antecedentes criminais.

Eleições Americanas