Órgãos federais no Rio participam de mutirão contra o Aedes aegypti

 

Rio de Janeiro - O governo federal promove faxinaço para combater o mosquito Aedes aegypti nos órgãos públicos federais e nas empresas estatais sediados no Rio de Janeiro (Tânia Rêgo/Agência Brasil)

O governo federal promove faxinaço para combater o mosquito Aedes aegypti em órgãos públicos federais e nas empresas estatais com sede no Rio de Janeiro Tânia Rêgo/Agência Brasil

Vários órgãos federais no Rio de Janeiro participam hoje (29) do mutirão de combate ao mosquito Aedes aegypti. As dependências dos prédios foram limpas com água e sabão para eliminar possíveis criadouros do mosquito, que é transmissor da dengue, do vírus Zika e da febre chikungunya.

A iniciativa faz parte da campanha Dia da Faxina, que alerta para a importância e acabar com focos dos inseto em cada órgão público, escolas e nas casas. 

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) também aderiu à campanha. Em dos prédios da empresa, no centro do Rio, foram vistoriados caixas d'água, reservatórios, lajes, calhas e etc. E foi retirada água de baldes para que não se tornem possíves focos de reprodução do mosquito. 

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), diretamente ligada aos estudos e combate das doenças provocadas pelo mosquito, também participa da campanha que vai até o dia 4 de fevereiro. O presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, e alguns membros do Conselho Deliberativo da instituição, estiveram no Centro de Recepção do Museu da Vida, próximo à entrada do campus da Fiocruz, em Manguinhos, zona norte do Rio, para acompanhar as atividades.

"É uma iniciativa de grande relevância que mostra que a Fiocruz está engajada plenamente no combate a estas doenças, em todos os níveis", disse o presidente da fundação.

Na Eletrobras, funcionários foram orientados sobre como evitar focos do mosquito nos locais de trabalho e as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Paralelamente, equipes vão vistoriar os prédios para retirada de criadouros.

O Banco do Brasil informou que já promove vistorias em todas as suas dependências no país. Para o diretor-executivo do banco, Gustavo Lellis, é importante também conscientizar os funcionários. "O Banco do Brasil está engajado em solucionar esse problema que já está se tornando mundial. E uma boa alternativa para isso é mobilizar e conscientizar nossos empregados a agirem de maneira correta, seja em ambiente de trabalho ou em casa, para acabar com o mosquito. Essa nossa ação atingirá 110 mil funcionários, que espalharão essa ideia para familiares, vizinhos, etc".

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