Rússia nega ataque a hospitais e acusa coligação internacional

A Rússia "recusa categoricamente" a acusação de que bombardeou hospitais na Síria, um deles apoiado pela organização Médicos Sem Fronteiras (MSF), e responsabiliza a coligação internacional pelo ataque, afirmou hoje (16) o porta-voz da Presidência russa, Dmitri Peskov.

"Recusamos categoricamente e não aceitamos essas declarações", respondeu Peskov a uma pergunta sobre se aviões russos bombardearam nessa segunda-feira dois hospitais na Síria.

"Aqueles que fazem essas alegações são sempre incapazes de prová-las", acrescentou.

Segundo Peskov, nesse caso, é preciso levar em conta o que diz a fonte primária, que são as autoridades sírias". Ele se referiu a declarações do embaixador sírio em Moscou, Riad Hadad, que acusou a coligação internacional do ataque ao hospital.

O hospital de Maarat Al Nuaman, no Norte da Síria, apoiado pela MSF, "foi destruído na realidade pelas forças aéreas dos Estados Unidos", disse ontem o embaixador à televisão russa.

O Observatório Sírio dos Direitos Humanos responsabilizou as forças russas pelos ataques, afirmando que determinar os autores - sírios, russos ou da coligação internacional liderada pelos Estados Unidos - com base no local do ataque, padrões de voo e tipo de avião.

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