Sede do Incra-RS segue ocupada por mulheres de movimentos sociais

Um grupo de mulheres de movimentos sociais que ocupou ontem (8) a sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em Porto Alegre, permanecem acampadas no local.

Hoje (9) de manhã, uma comitiva com dirigentes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) foi recebida por representantes do instituto.

Durante a audiência, representantes das mulheres apresentaram a pauta de reivindicações. Entre as demandas está o assentamento de famílias acampadas, expulsas e atingidas por barragens, além dinheiro para incentivar a produção agroecológica nas áreas de reforma agrária.

Segundo a assessoria de imprensa do MST, a reunião de cerca de duas horas foi encerrada com diversos assuntos pendentes. Uma nova audiência foi marcada para amanhã. A sede do Incra permanece ocupada.

A assessoria do Incra afirmou que o instituto apoia a agroecologia e vai debater com as manifestantes estratégias para reduzir o uso de agrotóxicos no campo. Com a ocupação da sede, alguns setores do instituto estão paralisados. Apenas funcionários com crachá têm acesso ao interior do prédio.

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