Repartições promovem, no Rio, novo mutirão contra o Aedes aegypti

O governo federal promove hoje (11) em todo o país, em prédios públicos, uma nova ação nacional de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, do vírus Zika e da chikungunya. A meta é reforçar a mobilização da sociedade, em particular do funcionalismo público federal, no enfrentamento do mosquito. É o segundo mutirão porque a primeira mobilização foi em 29 de janeiro.

Na sede da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), no Rio, as ações começaram às 10h. Coordenadora Regional de Administração e Logística da EBC no Rio, Jane Nascimento disse que é importante conscientizar os empregados sobre a importância do combate ao mosquito, gerando propagadores dos métodos usados para a eliminação do vetor da doença.

"No Rio de Janeiro temos mais de 600 empregados. Conscientizá-los é importante porque isso leva as idéias e os métodos usados aqui para dentro de casa. As famílias, amigos e vizinhos terão essa noção através dos nossos funcionários. A residência é apenas uma extensão do local de trabalho. Se podemos dar a oportunidade de esclarecimento da importância de divulgar o combate ao Aedes, é mais que válido fazê-lo".

Durante o primeiro mutirão de janeiro, denominado Dia da Faxina, houve vistoria em caixas d'água, reservatórios, lajes e calhas, além da retirada de água de baldes para que não se tornassem possíveis focos de reprodução do mosquito.

"Foram encontradas larvas do mosquito e elas acabaram eliminadas na hora. Tivemos o cuidado de, além de eliminar as larvas, readequar os locais onde elas estavam para que não houvesse reincidência. A chuva foi e é nossa maior preocupação, pois temos alguns espaços abertos que, quando chove muito, a água acumula. Então, a gente procura alertar sempre sobre cuidados com esses tipos de possíveis criadouros. O legado que esse primeiro mutirão nos deixou foi que não encontramos mais nenhum foco da doença nos prédios da EBC", explicou Jane.

BB e Caixa

Outro órgão público participante da campanha, o Banco do Brasil (BB) informou que cerca de 200 crianças de projetos educativos e culturais do banco participarão de  ações lúdicas, interativas e performáticas para transformar as informações sobre o combate ao mosquito em um tema permanente nos centros culturais.

O objetivo é alertar para a ação prática, transformando, pela cultura, crianças e adolescentes em multiplicadores de boas práticas contra o Aedes aegypti. "É um problema que já alcançou escalas mundiais. Estamos juntos para atuar no combate ao mosquito", disse o diretor-executivo do BB, Gustavo Lellis.

Já a Caixa Econômica Federal (CEF) realiza - em 221 unidades do banco - uma em cada município prioritário, o mutirão que conta com a participação de superintendentes regionais e gerentes gerais das unidades. Para a presidente da Caixa, Miriam Belchior, a população está entendendo bem o recado que essas ações pretendem transmitir.

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