China pode cumprir metas econômicas sem estímulos monetários, diz Banco Central

A China pode cumprir as suas metas econômicas em 2016, ano em que o governo prevê um crescimento entre 6,5% e 7%, sem recorrer a estímulos monetários, disse hoje (12) o presidente do Banco Central chinês, Zhou Xiaochuan.

"Neste momento não há necessidade de estímulos na política monetária", afirmou em entrevista à imprensa. Ele acrescentou que a entidade que dirige tem margem para flexibilizar as suas medidas se houver mudanças nos mercados internacionais.

Segundo Xiaochuan, os objetivos econômicos da China são previsões que se baseiam na trajetória prévia do país e no seu potencial de crescimento.

O presidente do Banco Central chinês espera que o gigante asiático cumpra os seus objetivos melhorando o mercado interno, aumentando o consumo, eliminando a capacidade de produção industrial "obsoleta" e por meio da inovação, mas sem grandes estímulos.

A economia chinesa cresceu em 2015 ao ritmo mais lento desde 1990 (6,9%). O país tem experimentado uma fuga de capital diante do abrandamento econômico e que terá resultado na desvalorização da moeda.

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