Síria: população começa a retornar no sábado a Palmira, diz governador

Imagem de arquivo mostra imagem ampla da antiga cidade de Palmira no centro da Síria

Imagem de arquivo mostra imagem ampla da antiga cidade de Palmira no centro da SíriaImagem Youssef Badawi/EPA/Agência Lusa

Os habitantes de Palmira começam a retornar à cidade no sábado. O local foi retomado, pelas forças sírias, do grupo extremista Estado Islâmico em fevereiro, informou hoje (7) o gabinete do governador da província de Homs.

A parte residencial da cidade, próxima da célebre estação arqueológica, foi fortemente destruída pelos combates e bombardeios, segundo a agência France Presse que se deslocaram ao local após a recuperação de Palmira, a 27 de fevereiro.

"Ônibus transportando os primeiros habitantes de Palmira vão partir no sábado e os residentes começam hoje a registar seus nomes", informou um responsável do gabinete do governador de Homs, província em que se situa a cidade.

Cerca de "45% da [parte residencial da] cidade está destruída", destacou o responsável, citado pela mesma agência, que acrescentou que a cidade foi contudo limpa das minas colocadas pelos jihadistas.

Os ônibus vão partir no sábado da cidade de Homs, capital da província com o mesmo nome, com parte dos milhares de pessoas que fugiram da ofensiva do Estado Islâmico, que tomou a cidade em maio de 2015.

Antes do início do conflito na Síria, a população de Palmira estava estimada em 50 mil a 70 mil pessoas e, durante a presença do grupo extremista, em 15 mil.

A estação arqueológica, por seu lado, era visitada por mais de 150 mil turistas antes da guerra.

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