Jean Wyllys pede que Supremo impeça Cunha de votar no impeachment

André Richter - Repórter da Agência Brasil

Deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) participa dos debates da Semana de Reflexões sobre Negritude, Gênero e Raça (Antônio Cruz/Agência Brasil)

O deputado Jean Wyllys Arquivo/Agência Brasil

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) entrou hoje (15) com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para impedir o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ, de votar na sessão que vai decidir, domingo (17), sobre aceitação do processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff.

Na ação, o deputado alega que, de acordo com o Artigo 17 do regimento interno da Casa, Cunha não pode votar, exceto em votações por escrutínio secreto ou em caso de empate.

"O dispositivo regimental transcrito acima é claro ao lecionar que o presidente da Casa Legislativa não pode votar, salvo nos casos de escrutínio secreto, ou havendo empate em votação ostensiva.  Ao anunciar publicamente que irá votar o impedimento da presidenta Dilma Rousseff, o presidente da Câmara mostra uma nítida intenção de violação das regras regimentais.", argumenta o parlamentar.

A ação é relatada pelo ministro Celso de Mello.

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