Plenário da Câmara fecha acordo para acelerar debates durante madrugada

Paulo Victor Chagas - Repórter da Agência Brasil

Após mais de 39 horas de discussões, os deputados que debatem o impeachment da presidenta Dilma Rousseff no plenário entraram em acordo nesta madrugada. Os partidos vão abrir mão dos tempos dedicados às comunicações de liderança em favor dos oradores inscritos.

Feita pelo presidente da Casa, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a proposta foi aceita pelos líderes dos partidos presentes no plenário. Cunha pediu compreensão às legendas para o fato de que, com o acordo costurado, haverá mais tempo para que cada orador discurse contra ou a favor do impeachment.

À meia-noite, Cunha deu início à nona sessão de debates que analisa o parecer do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) pelo prosseguimento do processo contra a presidenta Dilma. Pouco antes, 67 dos 249 deputados inicialmente inscrito haviam feito uso da palavra. Outro acordo havia reduzido em 60 o número de oradores favoráveis ao impeachment.

Caso os trabalhos caminhem com celeridade durante a madrugada, os deputados poderão ter a manhã livre e retornam às 14h para o início da votação. No entanto, não está descartada a possibilidade de uma nova sessão ser iniciada às 5h deste domingo (17), após o fim da atual, caso os oradores inscritos estejam presentes.

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