Público tem até amanhã para ver mostra Mata Atlântica no Jardim Botânico do Rio

Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil

Para encerrar a exposição de ilustração científica Mata Atlântica, Ciência e Arte, amanhã )23), no Rio, o Museu do Meio Ambiente do Jardim Botânico promove palestras sobre o iluminismo luso-brasileiro, a Mata Atlântica, coleções em jardins botânicos do mundo e suas representações em museus.

O curador da exposição, Paulo Ormindo, professor do curso de belas artes da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), é um dos debatedores, ao lado da historiadora Lorelai Kury, professora do Departamento de História da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj); e da bióloga Magali Romero Sá, vice-diretora de Pesquisa, Educação e Divulgação Científica da Casa de Oswaldo Cruz, da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz).

A exposição Mata Atlântica, Ciência e Arte foi aberta em dezembro do ano passado. Ela apresenta obras consideradas raras da Biblioteca Barbosa Rodrigues do JBRJ, além de acervos de outras instituições do estado do Rio de Janeiro, que retratam a Mata Atlântica, um dos biomas ameaçados no Brasil.

A Biblioteca Barbosa Rodrigues foi criada em 1890, tendo como núcleo original obras pertencentes ao imperador D. Pedro II, doadas pela família imperial a João Barbosa Rodrigues, quando este era diretor do Jardim, entre 1890 e 1909. Desde então, seu acervo vem sendo continuamente ampliado com obras nacionais e estrangeiras. As informações são da assessoria de imprensa do JBRJ.

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