Em cerimônia rápida e restrita, chama olímpica desce de rapel no Mané Garrincha

Marcelo Brandão - Repórter da Agência Brasil

 

Brasília - Passagem da Tocha Olímpica pelo Estádio Nacional Mané Garrincha (Fábio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)

Subtenente do Corpo de Bombeiros do DF desce de rapel com a chama olímpica no Estádio Nacional Mané Garrincha Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

O Brasil e o mundo puderam ver pela televisão quando o subtenente Haudson, do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, desceu de rapel de um helicóptero com a tocha olímpica nas mãos e entregou para o ex-zagueiro da Seleção Brasileira Lúcio. Entretanto, apenas um grupo restrito pode ver toda a ação ao vivo, do interior do Estádio Mané Garrincha.

Alunos do Colégio Militar Dom Pedro II e seus responsáveis ocuparam uma pequena parte das cadeiras e vibraram muito quando o helicóptero se aproximou do gramado e quando Lúcio deu uma volta pelo campo com a tocha olímpica. O momento, aguardado com expectativa, passou rápido e logo a chama seguiu seu percurso pela cidade.

A contadora Adriana Fernandes, 46 anos, é mãe de um aluno do colégio e lamentou a ausência da população do DF na cerimônia no estádio. "Achei uma pena. Porque, com tanta arquibancada vazia, poderia ter sido aberto à população e todo mundo poderia apreciar". Segundo Adriana, a importância dos Jogos Olímpicos no Brasil tem o mesmo tamanho de outras necessidades do Brasil.

"Acho importante. Acho um momento histórico para a nação. Às vezes, as pessoas criticam, dizendo que o Brasil não deveria gastar dinheiro com isso, mas tudo faz parte. O esporte é também muito importante, assim como saúde e outras áreas."

Brasília - Passagem da Tocha Olímpica pelo Estádio Nacional Mané Garrincha (Fábio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)

Ex-zagueiro da Seleção Brasileira, Lúcio deu a volta olímpica dno estádioFabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

O empresário Fábio Inácio de Oliveira, 44, e sua esposa, Madaleide de Oliveira, 48, também vieram acompanhando o filho, aluno do Dom Pedro II. "Quando soubemos que poderíamos vir ao estádio ficamos muito felizes. A importância desse momento é muito grande. De repente, não veremos isso de novo aqui no Brasil. Então, temos de aproveitar bastante. A oportunidade é única", acrescentou Fábio.

"Fazer parte da história é maravilhoso. Depois de tantas tristezas que estamos vivendo no Brasil, esse momento de alegria é bem compensador", completou Madaleide.

A cerimônia de revezamento da tocha olímpica no Mané Garrincha contou com a participação de alunos do colégio, distribuídos pelo gramado com bandeiras de todos os países participantes dos jogos.

Enquanto Lúcio dava a volta olímpica pelo gramado, a Banda Marcial do Corpo de Bombeiros tocou Aquarela do Brasil. Em seguida, a chama seguiu para o Complexo Aquático Cláudio Coutinho, localizado a poucos metros do estádio.

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