Polícia Federal prende no Rio auditor da Receita e a mulher por corrupção

Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil

A Polícia Federal (PF)  informou, no Rio de Janeiro, que foram cumpridas hoje (3) mandados de prisão preventiva de um auditor-fiscal da Receita Federal e da mulher dele, denunciados por crimes de corrupção ativa e passiva, durante a Operação Esfinge, deflagrada com a finalidade de desarticular uma quadrilha que praticou fraudes em licitações, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro.

A Operação Esfinge foi deflagrada com a finalidade de desarticular uma quadrilha que praticou fraudes em licitações, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro, no Rio de Janeiro. São investigadas fraudes em contratos que movimentaram mais de R$ 6 bilhões, incluindo uma licitação da Casa da Moeda. A polícia estima que, em propinas, o grupo movimentou cerca de R$ 70 milhões.

Também está sendo investigada uma licitação da Casa da Moeda do Brasil, por suspeita de fraude. O faturamento desse contrato, nos últimos seis anos, ultrapassou R$ 6 bilhões. O contratado era o Sistema de Controle da Produção de Bebida (Sicobe). Este tem por previsão a instalação de equipamentos contadores de produção nas linhas de produção de bebidas frias (cervejas, refrigerantes, sucos, águas minerais e outras). O sistema também realiza o controle, registro, gravação e transmissão dos quantitativos, e os remete à Receita Federal, para fins de tributação.


A polícia federal informou ainda que, durante cumprimento de mandado de busca e apreensão, um homem foi preso em flagrante e indiciado por posse ilegal de arma de fogo de uso restrito, cuja pena pode variar de 3 a 6 anos de reclusão.

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