Tucanos voltam a desqualificar delação de Sérgio Machado

Mariana Jungmann - Repórter da Agência Brasil

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), e os líderes do partido no Congresso divulgaram nova nota pública hoje (15) para desqualificar a delação do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. No texto, Aécio, Cássio Cunha Lima (PB) - líder do partido no Senado - e Antonio Imbassahy (BA) - líder na Câmara - acusam Machado de difamação e ressaltam que os crimes cometidos pelo executivo ocorreram durante governos petistas.

"Os crimes cometidos por ele e assumidos e que, inclusive, levaram à sua delação, foram cometidos no exercício de importante função executiva em sucessivos governos do PT", diz o texto.

"Portanto, tentar envolver líderes do PSDB em atos supostamente ocorridos há mais de 18 anos sem qualquer fato que os comprove apenas demonstra o desespero de alguém que, para obter vantagens em sua delação, não se constrange em caluniar e difamar."

Na delação, Machado disse que repassou R$ 1 milhão para a campanha de Aécio Neves à presidência da Câmara, em 2001. Na época, Machado era senador pelo PSDB e líder do partido no Senado.

Os tucanos classificam as acusações de Machado de "absurdo" e diz rechaçar a tentativa de estabelecer um paralelo entre o partido e o governo petista.

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