Organizadores da Rio 2016 defendem legado a 30 dias dos Jogos

Vinícius Lisboa - Repórter da Agência Brasil

 

A um mês da abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, o presidente do Comitê Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, os ministros Leonardo Picciani, do Esporte, e Alexandre de Moraes, da Justiça, e o prefeito Eduardo Paes defenderam os legados que a competição deixará para a cidade. Eles participaram da inauguração de uma nave do conhecimento ao lado do Estádio Olímpico Engenhão.

Na oportunidade, o prefeito, mais uma vez, criticou "especialistas palpiteiros", que, segundo ele, desconhecem áreas menos turísticas da cidade. "Me causa indignação", disse o prefeito, que fez uma apresentação sobre obras na cidade, como os corredores do BRT (do inglês Bus Rapid Transit, Transporte Rápido por Ônibus),  a revitalização da Praça Mauá e a construção do novo Elevado do Joá. Para Eduardo Paes, tais obras não são para a Olimpíada, mas não seriam construídas sem ela.

"[O Rio] é uma cidade com menos defeitos hoje do que tinha antes dos Jogos Olímpicos", disse Paes, que afirmou que os turistas não devem vir para a cidade esperando encontrar Nova York, Chicago ou Londres.

O presidente do Comitê Rio 2016, que também preside o Comitê Olímpico do Brasil, disse que os Jogos do Rio passam a mensagem de que "todos podem organizar olimpíadas. "Sou um árduo defensor dos jogos em todos os continentes. Mais pobres, mais ricos, mas estando adaptados à região e à realidade de cada um", afirmou Nuzman.

Para o ministro do Esporte, Leonardo Picciani, o Rio será o epicentro, mas o Brasil inteiro realizará os Jogos Olímpicos. "Estamos inteiramente prontos para iniciar os jogos."

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