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Síndrome respiratória aguda grave matou 39 pessoas em Sorocaba, em 2016

Bruno Bocchini - Repórter da Agência Brasil

11/07/2016 20h10

A Secretaria de Saúde de Sorocaba (SP) divulgou hoje (11) que ocorreram 39 mortes no município em 2016 causados pela síndrome respiratória aguda grave (SRAG), dos quais 11 estavam associados ao vírus Influenza A H1N1. A quantidade de mortes, segundo balanço divulgado pela secretaria, é mais do que três vezes superior à registrada no ano anterior. Nos doze meses de 2015, a cidade teve 12 óbitos causados pela SRAG, nenhum deles relacionados a H1N1. Segundo a Divisão de Vigilância Epidemiológica de Sorocaba, os 204 casos de SRAG confirmados por influenza A (H1N1) em 2016 ocorreram em todas as faixas etárias, com maior prevalência (61%) na população de 20 à 59 anos, seguida nos menores de 19 anos (22%) e em menor número nos maiores de 60 anos (17%). A síndrome respiratória aguda grave  é um quadro clínico grave caracterizado pela presença da síndrome gripal, associada a sintomas como desconforto respiratório, aumento da frequência respiratória e pressão baixa. Este quadro pode ser causado por uma série de doenças, entre as quais a gripe Influenza A (H1N1). Vacinação Segundo a Secretaria de Saúde de Sorocaba, o município atingiu a meta de imunizar em 2016, ao menos, 80% do público de risco contra o vírus A H1N1. De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 47,6 milhões de pessoas no país já se vacinaram contra a influenza neste ano, o que representa uma cobertura de 95,5% do público-alvo da campanha, de 49,8 milhões de pessoas. Neste ano, até 30 de maio, foram registrados 4.704 casos de influenza de todos os tipos no Brasil e 764 óbitos. Deste total, 3.978 foram por influenza A (H1N1), com registro de um caso importado (o vírus foi contraído em outro país).