Corpo do acadêmico e jurista Evaristo de Moraes Filho é sepultado no Rio

Paulo Virgílio - Repórter da Agência Brasil

O corpo do acadêmico e jurista Evaristo de Moraes Filho, considerado um dos mais destacados advogados trabalhistas do Brasil e membro da  Academia Brasileira de Letras, (ABL), foi sepultado na  tarde de hoje( 23 )de, no Mausoléu da ABL, no Cemitério de São João Batista, no bairro de Botafogo, zona sul do  Rio.  

Ele morreu ontem (22), aos 102 anos, de infarto do miocárdio e insuficiência respiratória, em sua residência, em Copacabana. O corpo foi velado no Petit Trianon, sede da ABL, onde Evaristo de Moraes Filho foi o quinto ocupante da cadeira 40..

O presidente da ABL, Domício Proença Filho, disse no velório que, "com a partida do mestre Evaristo de Moraes Filho, perde a ABL um de seus mais devotados integrantes e a cultura brasileira um grande pensador". Já a secretária-geralda ABL,  Nélida Piñon, informou que  Evaristo de Moraes Filho pertenceu a uma linhagem de grandes intelectuais brasileiros.

"Jurista impecável e sábio, traduziu como poucos a importância fundamental das leis trabalhistas. Foi um companheiro amado, assim como sua esposa, dona Hileda".

Evaristo de Moraes Filho nasceu no Rio de Janeiro em 5 de julho de 1914. Foi eleito para a ABL em 15 de março de 1984, na sucessão de Alceu de Amoroso Lima, e recebido em 4 de outubro de 1984 pelo Acadêmico José Montello.  Deixa viúva  dois filhos, seis netos e dois bisnetos.

Com seu falecimento, são duas as vagas abertas na Academia Brasileira de Letras, que também  perdeu no último dia 14  crítico teatral Sábato Magaldi.

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