Banco do Brasil comemora 208 anos e inaugura museu no CCBB

Da Agência Brasil

Em comemoração aos seus 208 anos, o Banco do Brasil lançou hoje (10) a exposição "Acervos do Brasil: história, cultura e cidadania", que ficará locada no novo Museu do Banco do Brasil, também inaugurado hoje (10), no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília. A mostra reúne documentos de valor histórico, cédulas, moedas, equipamentos e mobiliário. Há peças de artes decorativas, pinturas, gravuras e esculturas de nomes importantes das artes visuais, como Portinari, Di Cavalcanti, Carlos Scliar, Tomie Ohtake, Oscar Niemeyer, Athos Bulcão e Burle Marx. O espaço será aberto ao público no dia 12.

A curadora da exposição, Maria Ignez Mantovani, disse que a mostra é dividida em partes para mostrar melhor a história do banco. "Quando houve a decisão de criar o museu, primeiro fizemos uma pesquisa do acervo artístico e da história. Foram três anos selecionando as tipologias de acervo. Dividimos em três partes, deixando claro o entrelaçamento da história do banco com o desenvolvimento econômico e da história do país."

Segundo Maria Ignez, na mostra está disposto o acervo reunido em todas as agências pelo país. "A exposição começa com a carta do Caminha, já para preparar o visitante para uma nova história, seguido de uma linha do tempo, que liga a história do banco à história do país. Uma parte central que destaca a atuação de funcionários do banco, seguido de uma primeira seleção dos depoimentos de colaboradores. Temos, ao longo da exposição, objetos históricos, depois um espaço de educação e, por fim temos, o acervo de arte do banco", afirmou.

Funcionário do Banco do Brasil há mais de 30 anos Marcos Mantoan fala sobre a trajetória da instituição e a experiência em fazer parte da exposição. "Comecei minha história no banco em 1980, como menor aprendiz. Aí, iniciei minha carreira como bancário, escriturário, e a carreira foi caminhando para a área de comunicação, até que fui para o CCBB. Transitei por alguns centros culturais do BB, como os de São Paulo e do Rio de Janeiro, participei da construção dos centros de Brasília e de Belo Horizonte. Hoje, vejo com muito orgulho esse museu, parte da história de mais de 200 anos do BB, e fiquei ainda mais feliz em poder dar o meu depoimento", disse.

Segundo o presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, o museu é importante porque mostra a preocupação do banco com a cultura do país, além de ser inaugurado em uma data especial para a instituição.

"Para o Banco do Brasil hoje é um dia muito importante, uma empresa que tem 208 anos. E hoje esse museu consolida uma preocupação que o Banco do Brasil tem, de atuar em algumas áreas que não são áreas específicas do banco, como é o incentivo à cultura e o patrocínio ao esporte. E o museu consolida isso, porque vai sistematizar toda a história desse banco ao longo de vária gerações que trouxeram o banco até aqui, e nos deram hoje a incubência de continuar conduzindo essa empresa que, no futuro, continuará com suas histórias e seu legado para as gerações que ainda virão", disse Cafarrelli.

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