Polícia faz operação contra grupos paramilitares que atuam em comunidades no Rio

Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil

A Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais e a Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de de Segurança deflagaram hoje (13), no Rio, a Operação Pressão Máxima, que cumpriu 12 mandados de busca e apreensão em diversos bairros da cidade. O objetivo da ação é reprimir as milícias, grupos paramilitares que atuam em comunidades das zonas norte e oeste. Os milicianos cobram uma taxa mensal por residência, exploram o serviço de sinal de TV a cabo, conhecido como "gatonet" e a venda de botijões de gás, que só podem ser comprados pelos moradores nos depósitos controlados pela milícia.

Na comunidade 7 de abril, no bairro de Paciência, na zona oeste, os policiais estouraram uma fábrica clandestina de balões e, em uma residência, apreenderam dois fuzis automáticos. Na comunidade, vários artefatos explosivos foram encontrados e o Esquadrão Antibombas da Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil foi acionado, porque foi encontrada grande   quantidade de explosivos. Um carro roubado foi recuperado. No local, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e três pessoas foram presas em flagrante.

Os agentes seguiram para a comunidade da Caixa D?água, no bairro de Quintino, na zona norte, onde foram cumpridos outros dois mandados de busca e apreensão. Uma pessoa foi presa em flagrante e na casa a polícia encontrou boletos de cobrança a moradores, rádios comunicadores, munições  e carregadores para pistola.

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