Missa solene marca despedida de Dom Paulo Evaristo Arns

Bruno Bocchini -Repórter da Agência Brasil

Uma celebração solene, na Catedral Metropolitana da Sé, no centro da capital paulista, hoje à tarde, marca a despedida de Dom Paulo Evaristo Arns, depois de aproximadamente 68 horas de velório. O caixão do cardeal foi lacrado às 14h30, quando foi encerrada a visitação pública ao corpo.

A missa de exéquias - honras fúnebres - tem duas horas de duração e é presidida pelo arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer, com a participação de cardeais, bispos, dezenas de padres, diáconos, e religiosos. A catedral, que tem capacidade para 2.300 pessoas está lotada. Uma grande faixa da Pastoral do Povo de Rua foi estendida em meio aos populares que assistem a celebração.

Estre os presentes, estão o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, o prefeito da capital, Fernando Haddad, e outras autoridades.

Após a cerimônia, o corpo de Dom Arns será sepultado na cripta da catedral, localizada embaixo do altar principal da igreja. O sepultamento será restrito a familiares, arcebispos, cardeais e autoridades. Para que o público acompanhe, foram instalados tevês dentro da igreja e dois telões na escadaria que fica de frente para a Praça da Sé.

Na cripta já estão sepultados 11 bispos, dois arcebispos, o cacique Tibiriçá, o Regente padre Feijó e o padre Bartholomeu de Gusmão. Após o sepultamento, a cripta será aberta para o público.

Dom Paulo morreu aos 95 anos, após permanecer internado no Hospital Santa Catarina, com quadro de broncopneumonia. Ele completou 71 de sacerdócio e 76 de vida franciscana e era cardeal desde 1973. Além disso, foi arcebispo metropolitano de São Paulo entre 1970 e 1998.

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