Violência no Rio

Justiça nega liberdade para 22 presos em festa que seria de milícia no Rio

Vitor Abdala

Da Agência Brasil

  • Divulgação

    Suspeitos foram detidos durante uma festa em um sítio na zona oeste do Rio

    Suspeitos foram detidos durante uma festa em um sítio na zona oeste do Rio

A desembargadora Gizelda Leitão, da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, negou recurso que pedia a liberdade de 22 presos durante uma festa atribuída à milícia Liga da Justiça, no último dia 7, na zona oeste do Rio de Janeiro. Esse foram os primeiros habeas corpus examinados, de um total de 161 pedidos impetrados em favor dos presos.

De acordo com o Tribunal de Justiça, os outros 139 pedidos ainda serão analisados. Nos habeas corpus negados, a desembargadora afastou a existência de qualquer ilegalidade ou constrangimento nas prisões.

Segundo a magistrada, a tese da defesa dessas pessoas é de que elas participavam de uma festa paga num sítio e não tinham qualquer relação com a milícia. Mas os relatos dos policiais indicam a inexistência de bilheterias ou de qualquer profissional ligado à realização de eventos.

Além disso, segundo a Justiça, a festa seria uma homenagem a Wellington da Silva Braga, o "Ecko", suspeito de chefiar a Liga da Justiça. Durante a operação, houve troca de tiros e quatro homens armados com fuzis foram mortos pela polícia.

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