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Tragédia em Brumadinho

Vale responderá a ações coletivas nos EUA por tragédia em Brumadinho

29.jan.2019 - Vista do rio Paraopeba, na área urbana de Brumadinho (MG). Os rejeitos de minério que vazaram da barragem da mina Córrego do Feijão, na região metropolitana de Belo Horizonte, estão escorrendo pelo rio - Christyam de Lima/Futura Press/Estadão Conteúdo
29.jan.2019 - Vista do rio Paraopeba, na área urbana de Brumadinho (MG). Os rejeitos de minério que vazaram da barragem da mina Córrego do Feijão, na região metropolitana de Belo Horizonte, estão escorrendo pelo rio Imagem: Christyam de Lima/Futura Press/Estadão Conteúdo

29/01/2019 15h43

Uma ação coletiva contra a Vale foi aberta na Corte de Nova York (EUA) pelo escritório de advocacia Rosen Law Firm em função da tragédia em Brumadinho (MG). O escritório americano diz que o processo "busca recuperar os danos para os investidores da Vale segundo as leis federais de valores mobiliários".

Podem entrar na ação coletiva todos que investiram na companhia brasileira entre 13 de abril de 2018 e 28 de janeiro deste ano. O escritório de Nova York disponibilizou um site, um número com ligação gratuita e um email com endereço de dois advogados para que os interessados busquem informações sobre como entrar na ação coletiva.

Os advogados acusam a Vale de não ter avaliado o potencial de risco de uma das barragens da mina de ferro do Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), que acabou causando a morte de dezenas de pessoas e o desaparecimento de centenas.

O escritório Bronstein, Gewirtz & Grossman, também de Nova York, pretende abrir uma ação coletiva para verificar se a Vale e seus diretores violaram leis federais de valores mobiliários. A queda de 8% das ações da companhia brasileira na bolsa de valores de Nova York e o bloqueio de US$ 1,3 bilhão para possíveis pagamentos de danos são, segundo o escritório, motivos para o processo.

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