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Empreiteiro é hostilizado por manifestantes após depor na Lava Jato

Gerson Almada, da Engevix - Zeca Ribeiro/Agência Câmara
Gerson Almada, da Engevix Imagem: Zeca Ribeiro/Agência Câmara

De Curitiba

29/01/2016 17h17

O empresário Gérson de Mello Almada, um dos dirigentes afastados da empreiteira Engevix, foi hostilizado por um grupo de manifestantes na saída do prédio da Justiça Federal, em Curitiba, nesta sexta-feira (29).

Réu da Operação Lava Jato, Almada foi interrogado no início da tarde pelo juiz federal Sérgio Moro no processo que tem como alvo principal o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu.

Aos berros de 'vagabundo', 'ladrão', 'sem vergonha', o grupo cercou o carro que estacionou em frente ao prédio da Justiça.

Assustado, Almada deixou o local sem falar com a imprensa.

Alguns dos manifestantes chegaram a dar tapas e chutes no veículo.

O motorista desceu para discutir com os manifestantes, mas deixou o local em seguida.

Por conta do incidente, dois policiais federais, entre eles o agente Newton Ishii, o popular 'Japonês da Federal', advertiram as pessoas sobre os limites para as manifestações.