BC promove dia de ações de combate ao 'Aedes'

Brasília - O diretor de Administração e Relacionamento Institucional e Cidadania do Banco Central (BC), Edson Feltrim, disse que a instituição reforçou práticas de combate ao Aedes aegypti desde que o número de doenças causadas pelo mosquito se intensificou no País. "Temos rotinas diárias e semanais na sede em Brasília e também nas nove regionais do BC em nove capitais no combate à dengue, mas tornamos o trabalho ainda mais intenso", disse o diretor, que visitou jornalistas no comitê de imprensa da instituição, na manhã desta sexta-feira, 11, para detalhar o trabalho da autarquia nesse sentido.

Hoje, há uma mobilização nacional de combate ao Aedes aegypti, e o Banco Central divulgou ações preventivas em curso e as principais medidas contra o mosquito que vêm sendo feitas na instituição. Feltrim também acompanhou o presidente da instituição, Alexandre Tombini, no último dia 13, a Brasilândia em combate à dengue que mobilizou todos os ministros do governo Dilma.

Por ser um dia importante para a campanha, Feltrim resolveu acompanhar e incentivar as equipes que vistoriam a sede do BC. Após o aumento dos casos em todo o País, a instituição, além de fazer trabalhos diários e semanais, passou a identificar e combater possíveis focos criadouros de dengue, conforme o diretor. Ele relatou que ficou impressionado ao encontrar um copo de plástico jogado no chão, a menos de cinco metros da lixeira. "Poderia se tornar um foco", disse.

Conforme nota divulgada pela instituição, alinhado à campanha desenvolvida pelos ministérios da Saúde, do Planejamento e pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República, o BC "convocou" seus servidores em Brasília e nas regionais (Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém) para participarem da nova rodada de ações contra a zika, a chikungunya e a dengue.

Nas áreas internas, ainda segundo a autarquia, passaram por limpeza todos os ralos, vasos de plantas, bebedouros, frigobares e geladeiras. Nas áreas externas e imediações dos prédios, os terrenos passaram por roçagem; as calhas, espelhos d'água, taludes, terraços e calçadas foram vistoriados e limpos; e o lixo dos jardins foi removido, eliminando-se itens que acumulam água, como copos e sacos plásticos. Em Brasília, segundo a nota, o governo local entregou alevinos de peixes para habitarem o espelho d'água do edifício-sede.

As medidas contra o Aedes aegypti no BC tiveram início em 29 de janeiro, dia da primeira grande mobilização nacional. De acordo com a instituição, funcionários das dez capitais tiveram o auxílio dos brigadistas e das equipes de limpeza e de jardinagem na verificação e limpeza dos locais que podem servir de criadouro para o mosquito, tanto nos ambientes de trabalho como nos banheiros, copas, jardins e outras áreas comuns das instalações do BC.

As obras do BC no Rio de Janeiro e em Salvador também passaram por varredura, com identificação de pontos críticos. Entre as medidas tomadas estão remoção dos materiais passíveis de acumular água, adição de cloro líquido nos ralos e colocação de areia no topo dos pilares redondos. No Rio, foram adicionadas pastilhas de cloro em locais de acúmulo de água, como poços dos elevadores e subsolo da caixa forte; áreas foram aterradas; valas foram abertas para escoamento de águas de chuva e posterior drenagem; drenos em tubos de PVC foram instalados; e toda a extensão do perímetro da obra está sendo capinada. As medidas para identificar e eliminar possíveis focos do mosquito serão permanentes, conforme a instituição.

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