PR dispensa tempo para discurso em comissão de impeachment

Brasília - O PR, considerado partido chave para o governo na comissão especial do impeachment e na votação no plenário, pediu à secretaria do colegiado para não utilizar o tempo de 10 minutos de discurso para manifestação de líderes partidários. O líder da bancada, deputado Maurício Quintella Lessa (AL), é o segundo vice-presidente do colegiado, não foi visto até o momento na comissão.

Até o momento, 13 partidos se manifestaram. O PMDB liberou o voto na bancada, PT e PDT votaram contra o relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) pela admissibilidade do processo, PSD dividiu o tempo entre parlamentares contra e à favor do parecer e o PP teve apenas a manifestação individual do líder Aguinaldo Ribeiro (PB) contra o afastamento da petista. PSDB, DEM, PRB, PTB e Solidariedade defenderam o impeachment.

Acaba de se manifestar no plenário o PTN, que liberou a bancada a votar como quiser. O líder Aluísio Mendes (MA) disse que, embora a direção do partido seja favorável ao impeachment, a bancada está rachada. Ele se disse pessoalmente contra a tese de crime de responsabilidade, afirmou que sempre votou contra o PT, mas que não votará contra Dilma. O PCdoB está se posicionando neste momento contrário ao impeachment, ao lado do PT e PDT.

Neste momento, faltam ainda 14 líderes discursarem no plenário, o que significa que não será possível iniciar a votação até as 18h, como previsto inicialmente. A sessão extraordinária do plenário, marcada para as 18h, já foi transferida para às 21h.

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