Jaques Wagner lamenta que decisão sobre Cunha não tenha sido antes de impeachment

Brasília - O ministro do gabinete pessoal da Presidência da República, Jaques Wagner, lamentou nesta quinta-feira, 5, o fato de a decisão do ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, de afastar o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da Presidência da Câmara e do mandato parlamentar não tenha acontecido antes do julgamento do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara.

"Finalmente, apareceu a verdade da culpa de Eduardo Cunha. Espero que, agora, a verdade sobre a inocência da Presidenta Dilma venha também ser reconhecida", afirmou, por meio de nota, Jaques Wagner, que acompanhou a presidente Dilma em eventos no Pará. Para Wagner, a decisão, mesmo que tardia, era "inadiável".

Receba notícias do UOL. É grátis!

Facebook Messenger

As principais notícias do dia pelo chatbot do UOL para o Facebook Messenger

Começar agora

Receba por e-mail as principais notícias, de manhã e de noite, sem pagar nada. É só deixar seu e-mail e pronto!

UOL Cursos Online

Todos os cursos