Azimut: chance de Dilma permanecer é de 15%, mas pode aumentar com Lava Jato

São Paulo - Após as notícias negativas recentes envolvendo ex-ministros do governo de Michel Temer, há 15% de chance da Dilma Rousseff permanecer como presidente, de acordo com o estrategista e economista-chefe da Azimut Brasil Wealth Management, Paulo Gomes. "O que não é completamente desprezível. E o que vier depois, que pode afetar negativamente o governo atual, pode aumentar esse porcentual", disse o especialista, ao destacar repercussões da Operação Lava Jato.

O investidor ainda não está 100% confiante de entrar no mercado brasileiro e o mercado está começando a olhar a possibilidade do impedimento não passar", disse. Ele acredita que mais ministros podem sair e que os movimentos sociais e de oposição a Temer estão bem presentes. Por outro lado, há uma grande chance de senadores que votaram contra o impeachment mudem a opinião para a favor, eliminando o risco da mudança de opinião de senadores que votaram a favor.

"Se o Temer escolheu pessoas erradas para compor sua equipe, não sei. Talvez ele tenha escolhido a pessoa certa para aquele momento. Porém, o governo está fazendo o possível para que o cenário melhore", disse.

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