Rigotto defende reforma da Previdência enviada após fim da votação da PEC

Brasília - O ex-governador do Rio Grande do Sul e presidente do Instituto Reformar, Germano Rigotto, defendeu que a reforma da Previdência só seja enviada ao Congresso Nacional após o fim da votação da PEC dos gastos públicos, em tramitação no Senado.

"A PEC dos gastos está bem encaminhada, deverá ser concluída a votação até o início de dezembro", ressaltou, durante sua fala no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão.

Rigotto também defendeu que o governo Michel Temer encaminhe uma proposta de mudança profunda no sistema tributário nacional.

Outro conselheiro, Antônio Neto, presidente da Centrais dos Sindicatos Brasileiros, defendeu que a reforma tributária e outras questões como a dívida pública e um novo pacto federativo sejam discutidas antes das reformas tributária e trabalhista. "A discussão açodada da reforma da Previdência é muito preocupante. Temos que discuti-la com tranquilidade", afirmou.

Homens e mulheres

A advogada Maria Berenice Dias defendeu durante o Conselhão a manutenção da diferença de idade de aposentadoria para mulheres e homens na proposta de reforma da Previdência que o governo vai enviar ao Congresso Nacional. "É necessário que se mantenha a diferença da idade. É preciso esse olhar diferenciado", afirmou.

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