Operação Lava Jato

Justiça nega habeas corpus a Adriana Ancelmo

No Rio de Janeiro

  • Reprodução

    Ex-primeira dama do Rio, Adriana Ancelmo, está presa desde o último dia 6

    Ex-primeira dama do Rio, Adriana Ancelmo, está presa desde o último dia 6

Presa desde a última terça-feira (06) no Complexo de Gericinó por decisão do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, a ex-primeira-dama do Estado Adriana Ancelmo teve seu primeiro pedido de habeas corpus negado pela Justiça. O desembargador Abel Gomes, do Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região, considerou que um dos crimes dos quais Adriana é acusada, de formação de quadrilha, torna necessária sua manutenção em prisão preventiva, sob o risco de atrapalhar as investigações.

No pedido, os advogados da ex-primeira-dama, investigada na Operação Calicute, alegaram que, mesmo após mais de duas semanas da deflagração da Operação Calicute, Adriana Ancelmo não deixou o país, nem tentou se esconder ou influenciar funcionários ou testemunhas ouvidas pela Polícia Federal.

O habeas corpus também solicitava prisão domiciliar, uma vez que Adriana tem filhos de 10 e 14 anos com o ex-governador Sérgio Cabral, também preso, e que por isso eles estariam desamparados. Mas o juiz não concordou.

Nesta quinta-feira (8), Adriana Ancelmo recebeu a visita dos advogados. Ela ocupa uma cela no presídio Joaquim Ferreira.

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