CVC afirma que apenas vendeu passagens para turistas barrados no México

São Paulo - A CVC divulgou nota nesta sexta-feira, 13, se posicionando em relação à reportagem sobre turistas brasileiros barrados em aeroporto no México, divulgada nesta quinta-feira, dia 12. "O cliente adquiriu somente as passagens aéreas com a agência, as quais foram utilizadas. "A imigração de um País pode barrar visitantes por suas razões particulares, por falta de comprovação de hospedagem, de renda para se manter no destino ou motivos que desconhecemos", diz o texto da agência de turismo.

O cliente em questão é o técnico em segurança do trabalho Erismar Araújo, de 30 anos, de Palmas, Tocantins. Ele a mulher, Lorrayne Araújo, de 22 anos, foram barrados pela imigração no Aeroporto Internacional da Cidade do México e obrigados a voltar para o Brasil no dia 5 deste mês. Os motivos ainda não estão esclarecidos. Eles iam seguir para a Guatemala.

"Estávamos com todos os documentos em dia, com o dinheiro para a viagem, hospedagem marcada e a carta convite do nosso anfitrião na Guatemala, mas mesmo assim fomos barrados. Não disseram os motivos, mas me parece que foi preconceito por sermos brasileiros. Só tinha brasileiros barrados", disse Araújo.

Pela viagem o casal gastou cerca de R$ 12 mil, entre as passagens compradas pela CVC, passeios, as roupas e presentes comprados para o anfitrião.

Araújo diz que acionou o Itamaraty para denunciar o episódio e que havia entrado em contato com a CVC para verificar o que poderia ser feito.

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