Troca de ministro do STF que morreu no exercício do cargo levou quase 45 dias

Brasília - Com a confirmação da morte do relator na Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF) em um acidente aéreo, a corrida pela substituição do ministro da Corte está aberta. A última substituição do ministro do STF que morreu no exercício do cargo demorou quase 45 dias, o ex-magistrado Carlos Alberto Menezes Direito.

A condução dos inquéritos e processos da Lava Jato ficará suspensa até a indicação do novo ministro pelo presidente Michel Temer.

Contudo, o regimento interno do STF abre espaço para que, em casos urgentes, a presidente da Corte, Cármen Lúcia, poderia designar outro ministro para cuidar da investigação. Durante o recesso forense, Teori e equipe trabalharam para acelerar as tratativas para homologar as delações dos 7 executivos da Odebrecht.

O ex-ministro, que foi indicado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, morreu no dia 1º de setembro de 2009, vítima de um câncer no pâncreas. Lula indicou para o cargo seu então advogado-geral da União, Dias Toffoli, no dia 17 daquele mês. Ele foi aprovado para o cargo pelo Senado no dia 30 após ser sabatinado pela Comissão de Constituição e Justiça da Casa, mas só tomou posse no dia 23 de outubro do mês seguinte.

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