Chuvas

Doria diz que chuva foi 'pior teste' para São Paulo

Juliana Diógenes

Em São Paulo

  • Newton Menezes/Futura Press/Estadão Conteúdo

    Marginal Tietê registrou pontos de alagamento após a chuva

    Marginal Tietê registrou pontos de alagamento após a chuva

O prefeito de São Paulo, João Doria Jr. (PSDB), disse neste sábado (8) que a chuva que atingiu a capital paulista na madrugada de sexta-feira (7) foi "o pior teste".

Doria reconheceu que a chuva, com duração de seis horas, provocou transtornos na cidade e prejudicou muitas pessoas. Segundo ele, a prefeitura montou uma sala de crise que acompanhou desde as 4h da manhã os desdobramentos do temporal.

Nesta sexta, São Paulo teve congestionamento 90% maior que a média. A chuva forte e concentrada em pouco tempo fez com que córregos e rios transbordassem, como o rio Tietê, na altura da ponte do Piqueri, o rio Verde, na zona leste, o córrego do Mandaqui e o córrego Perus.

"Foi a pior chuva em seis horas que São Paulo já recebeu na sua história. Choveu nessas seis horas o que não chove em um mês. Realmente, o pior teste foi teste. Provocou distúrbios na cidade, atrapalhou muita gente, prejudicou muita gente. Felizmente, não tivemos, pelo menos não temos, notícia de nenhuma morte", diz.

Em seis horas, a cidade registrou 75 milímetros de chuva entre as 22h de quinta-feira (6) e as 4h de sexta. O volume é maior do que a média prevista para o mês de abril inteiro, que é de 70 milímetros, de acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). O temporal provocou alagamentos em vários pontos de São Paulo, ocasionando congestionamentos.

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