'Ambos exacerbaram', diz Doria sobre polêmica entre MBL e Alexandre Schneider

Pedro Venceslau, enviado especial*

Seul

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), negou nessa quarta-feira, 12, que seu secretário de Educação, Alexandre Schneider, tenha pedido demissão e depois recuado após ser atacado nas redes sociais pelo Movimento Brasil Livre (MBL), grupo de extrema direita que tem entre seus líderes o vereador Fernando Holiday (DEM).

Doria, porém, defendeu o vereador. "Holiday estava fora da escola e não na presença de professores. Ele não criou nenhuma situação de constrangimento para professores. Fiz críticas e dei razão a ambos. Ambos exacerbaram, e ambos tinham razões. Não houve um mais ou menos culpado", disse o tucano aos jornalistas que o acompanham em uma viagem oficial a Seul.

O embate começou após Holiday fazer "vistorias" em escolas para verificar se os professores não estariam fazendo "doutrinação ideológica".

A iniciativa foi criticada pelo secretário no Facebook, o que gerou uma campanha agressiva do MBL contra Schneider. Sobre a reação de seu secretário, Doria afirmou: "Certas coisas é melhor, antes de comentar nas redes sociais, fazer um entendimento direto. Mas é um episódio superado. Houve um estresse fruto de manifestações nas redes sociais".

*O repórter viajou a convite da prefeitura de Seul

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