Presença da Força Nacional não reduziu criminalidade no RN e RS

Ricardo Araújo e Lucas Azevedo

Especial para o Estado

  • Magnus Nascimento/Estadão Conteúdo

    Agentes da Força Nacional chegam a Alcaçuz, na região metropolitana de Natal, em janeiro

    Agentes da Força Nacional chegam a Alcaçuz, na região metropolitana de Natal, em janeiro

Em dois Estados que recentemente ganharam o reforço da Força Nacional não se notou redução da criminalidade - pelo contrário. Em janeiro, após 14 dias de rebeliões em Alcaçuz, na região metropolitana de Natal, o governo federal enviou 120 militares para atuarem no patrulhamento ostensivo. O que não evitou uma escalada de violência nas ruas. Até 2 de maio, 828 pessoas foram sido assassinadas no Estado. O número é 28,3% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado.

Em Porto Alegre, a Força Nacional atua desde agosto, com 120 agentes. O estopim foi o assassinato de uma mãe que esperava o filho na frente da escola, durante uma tentativa de assalto. Em janeiro, o jornal Zero Hora, que registra de forma independente os crimes no Estado, apontou que a cada 5 horas e 12 minutos a região metropolitana de Porto Alegre relata um homicídio ou latrocínio. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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