Levado à PF para depor, Rodrigo Rocha Loures exibe cabelos mais curtos

Fábio Serapião

Brasília

O ex-assessor especial do presidente Michel Temer até que tentou evitar as afiadas tesouras da Papuda. Antes de ser levado ao presídio de Brasília, na quarta-feira, 7, quando ainda estava recolhido em uma cela da Polícia Federal em Brasília, Rodrigo Rocha Loures pediu, por meio de seus advogados, ao ministro Edson Fachin - relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal -, que o livrasse da regra rígida do sistema penitenciário que impõe aos prisioneiros a cabeça raspada.

Nesta sexta-feira, 9, levado de volta à PF para interrogatório - ficou em silêncio - não exibia mais o topete alongado.

O homem da mala está preso desde o sábado, 3. Sua prisão havia sido pedida pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na Operação Patmos, desdobramento da Lava Jato.

Rocha Loures foi flagrado na noite de 28 de abril correndo por uma rua dos Jardins, em São Paulo, com uma mala contendo supostas propinas da JBS - 10 mil notas de R$ 50, somando R$ 500 mil.

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