Quadrilha tocava campainha ou ligava para casa para identificar imóvel a ser roubado

Marco Antônio Carvalho

Em Sorocaba

  • João Wainer/Folhapress

Tocar a campainha e ligar no telefone fixo das casas eram parte do modo como atuava uma quadrilha presa na semana passada pela Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio, da Polícia Civil. O objetivo dos criminosos era assegurar que não havia moradores no local escolhido para o furto. Foram ao menos sete ocorrências assim na região de Alto de Pinheiros, zona oeste da capital.

Quatro homens foram presos após investigação da polícia. Os agentes chegaram a uma casa na Vila Madalena no momento em que dois suspeitos furtavam objetos de valor; outros dois davam apoio do lado de fora.

"Eles escolhiam bairros onde há casas de alto padrão. Escolhiam pela fachada. Quando alguém atendia a campainha, eles já desistiam", disse o delegado Ronaldo Sayeg. "Se não atendessem a porta, eles ficavam ligando para ter certeza. Depois, arrombavam portas e grades dos fundos das casas, onde geralmente há maior fragilidade."

O delegado sugere a adoção da transferência de chamadas do telefone fixo para o celular, configurando o aparelho para realizar a transferência se não houver resposta em casa.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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