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Maggi: Fazenda Itamarati Norte e MT estão vulneráveis ao tráfico internacional

Brasília

26/06/2017 17h16

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, destacou pela rede social Twitter que o local de decolagem do avião interceptado com meia tonelada de cocaína ainda está sendo investigado pela Força Aérea Brasileira (FAB) e que a propriedade rural do grupo Amaggi, assim como o Estado de Mato Grosso sofrem com o tráfico internacional de drogas.

"Local da decolagem da aeronave na fazenda arrendada pela Amaggi será investigado. Piloto, que está desaparecido, tem que prestar informação", disse o ministro pelo Twitter. O grupo Amaggi é a empresa da família do ministro que arrenda a Fazenda Itamarati Norte, no município de Campo Novo do Parecis (MT), de onde o avião teria decolado.

Pelo Twitter, Maggi lembrou que Mato Grosso é "um Estado continental, vulnerável à ação do tráfico internacional pelas fronteiras que possui". "A Fazenda Itamarati (região de Campo Novo do Parecis) arrendada pela Amaggi é extensa e enfrenta como MT a ação vulnerável do tráfico", completou o ministro. O ministro disse ainda que acompanha as investigações da FAB.

FAB 1 - Divulgação/Polícia Militar do Estado de Goiás - Divulgação/Polícia Militar do Estado de Goiás
A aeronave foi interceptada na região de Aragarças (GO) e pousou na região rural de Jussara (GO)
Imagem: Divulgação/Polícia Militar do Estado de Goiás

Inicialmente, a FAB informou que o avião decolou da propriedade Itamarati Norte. Horas depois, a mesma FAB informou que essas informações "foram fornecidas pelo próprio piloto durante a aplicação das medidas de policiamento do espaço aéreo". "A confirmação do local exato da decolagem fará parte da investigação conduzida pela autoridade policial", cita a segunda nota da Força Aérea.