'Sintonizamos nossas posições', diz presidente do DEM sobre encontro com Alckmin

Pedro Venceslau

  • Divulgação

    28.mar.2014 - José Agripino Maia, ex-governador do RN e presidente do DEM

    28.mar.2014 - José Agripino Maia, ex-governador do RN e presidente do DEM

O senador José Agripino (RN), presidente nacional do DEM, disse à reportagem que o encontro desta segunda-feira, 24, da cúpula do partido com o governador Geraldo Alckmin serviu "atualizar" a relação com os tucanos.

Qual foi o objetivo da reunião de segunda-feira da cúpula do DEM com Geraldo Alckmin em São Paulo?

Não foi a primeira e não será a última. O encontro foi mais uma atualização entre DEM e o PSDB que Alckmin sintoniza. O DEM de São Paulo cresceu muito associado ao Alckmin, mas tem perspectiva de crescimento ainda maior. Alckmin tem sido um bom parceiro nosso ao longo do tempo, por isso nada mais natural do que o colocarmos a par da posição, crescimento e perspectivas de futuro. Sintonizamos nossas posições e preocupações.

Qual a perspectiva de crescimento do DEM com os deputados do PSB que devem migrar para o partido?

Temos conversas com o PSB há mais três meses. É possível que, com a participação de outros partidos, (a bancada) possa chegar a um número maior. Houve um momento em que o crescimento se deu mais em SP. Temos a perspectiva de crescimento de 1/3 da bancada de uma vez com os dissidentes do PSB. Isso é produto de coerência de atitude, da capacidade resistir ao longo do tempo e das circunstâncias. Rodrigo Maia tem articulação com todos os partidos com assento na casa.

DEM e PSDB estarão juntos em 2018 na Bahia? E em outros Estados?

Não discutimos eleições. Mas tem sido assim com ACM Neto desde as disputas dele pela Prefeitura. Em vários Estados, temos consensos contra o PT. Não há situação uniforme. Na Bahia os partidos anti-PT se reúnem em torno do ACM Neto. Há uma unanimidade: onde o PT está, estamos do outro lado. Mas não conversamos sobre eleição presidencial.

Qual será o desfecho da crise para Temer?

É um governo que enfrenta dificuldades e precisa superá-las. O governo precisa enfrentar as reformas da Previdência e política dentro do menor espaço de tempo possível para superá-las. Precisa encontrar o caminho da aprovação das reformas política e previdenciária.

Se mantém?

Não sei. Para superar as dificuldades precisa aprovar as duas reformas.

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