Em cooperação com PF e Abin, Paraguai prende e deporta integrantes do PCC

Renan Truffi

Brasília

Em uma ação de cooperação de inteligência, a Polícia Nacional do Paraguai prendeu e deportou na madrugada deste sábado, 12, integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) na cidade de Pedro Juan Caballero, fronteira com o Mato Grosso do Sul. Os detidos são suspeitos de terem protagonizado o assalto à empresa de transporte de valores Prosegur, em Ciudad del Este, no último mês de abril.

Na ocasião, o mega-assalto culminou no roubo de US$ 11,7 milhões (cerca de R$ 37,5 milhões). Esse valor foi revelado pela companhia ao Ministério Público local, em informe escrito. A polícia brasileira já recuperou cerca de US$ 1,5 milhão (cerca de R$ 4,8 milhões), após capturar 14 suspeitos e matar outros três que cruzavam a fronteira.

A ação teve apoio da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e da Polícia Federal (PF) e acontece no escopo da cooperação federal de combate a organizações criminosas, em particular contra facções com atuação no Rio de Janeiro. Essa cooperação é realizada por meio de Plano Nacional de Segurança, que prevê uma atuação também em outros estados e países vizinhos. No caso do Paraguai, a cooperação de Inteligência permitiu a coleta de dados e o intercâmbio de informações.

A polícia brasileira já recuperou cerca de US$ 1,5 milhão (cerca de R$ 4,8 milhões), após capturar 14 suspeitos e matar outros três que cruzavam a fronteira. Cinco dos detidos foram colocados em liberdade depois. Outros dois, detidos em Guaíra, ganharam liberdade por determinação judicial. A liberação foi dada por falta de provas suficientes que liguem os presos ao assalto.

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