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Amigo de PM morto no Rio descarta hipótese de assalto

Constança Rezende

Rio

26/08/2017 14h35

Policias da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) começam a ouvir testemunhas da morte do sargento Fábio Cavalcante e Sá na tarde deste sábado, 26. O militar estava de folga e foi assassinado por volta das 9h no Largo do Guedes, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

Um amigo da família, que preferiu não ser identificado, descarta a possibilidade de assalto já que foram feitos mais de 30 disparos contra o sargento Cavalcante, que estava em frente à loja da família. Os bandidos ainda fugiram com a arma, o cordão e bens pessoais do PM.

O pai do policial estava presente no momento do crime e tentou salvá-lo, pedindo para que os bandidos não atirassem contra o filho. Em estado de choque, ele foi sedado e está internado na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Nilo Peçanha, em Duque de Caxias, também na Baixada.

No entanto, os policiais da DHBF esperam conseguir ouvi-lo ainda hoje. O irmão do sargento também deve prestar depoimento neste sábado. A expectativa é encontrar os suspeitos em até 24 horas, quando ainda se configura flagrante.

O sargento Cavalcante chegou a ser levado para a UPA de Duque de Caxias, mas não resistiu aos ferimentos. Aos 39 anos, o sargento estava há mais de 15 anos na corporação. Ele era lotado no 34º Batalhão, em Magé, cidade da Baixada Fluminense onde morava com a esposa e um filho de sete anos.

O policial militar foi candidato a vereador em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, nas eleições de 2016. Concorrendo pelo PR, Fabinho ele obteve 1.090 votos (0,43%) na cidade.