Alckmin pede respeito à Constituição, após ouvir apelo por intervenção militar

Eduardo Laguna

São Paulo

Assim como em edições anteriores, o desfile cívico e militar em comemoração ao Dia da Independência foi marcado por algumas manifestações de apoio à intervenção política das Forças Armadas.

Por meio de faixas e gritos vindos da arquibancada, parte do público que acompanhou o evento defendeu a intervenção militar. Questionado sobre as manifestações ao deixar o desfile no Sambódromo do Anhembi, zona norte da capital paulista, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), salientou, brevemente, a importância da liberdade de pensamento e de expressão, mas pediu respeito à Constituição.

Alckmin acompanhou o desfile ao lado do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB). Além de militares, outros políticos, como o deputado federal Celso Russomanno (PRB-SP), assistiram ao evento no palanque das autoridades.

Entre integrantes das Forças Armadas, de órgãos da segurança pública e alunos de escolas militares ou das redes de ensino municipal e estadual, mais de 8 mil pessoas participaram do desfile cívico e da parada militar no feriado dos 195 anos da Independência do Brasil.

Em operação especial, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) bloqueou vias do entorno do Sambódromo entre 6 horas e 13 horas. O acesso ao local nesse horário só foi permitido a veículos credenciados e autorizados.

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