Jornalista é morto em latrocínio no Alto de Pinheiros

Marco Antônio Carvalho e Luiz Fernando Toledo

São Paulo

O jornalista Oswaldo Macedo Ribas, de 64 anos, foi morto após ser baleado em um assalto na manhã desta quarta-feira, 11, no Alto de Pinheiros, zona oeste de São Paulo. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), os criminosos também levaram uma bolsa com documentos.

A SSP não informou características dos suspeitos nem como eles agiram. Ninguém foi preso.

A secretaria disse que a Polícia Militar foi chamada para atender a ocorrência às 5h30 desta quarta na Rua Isabel de Castela, próximo à praça do Pôr do Sol.

Ribas foi encontrado baleado no braço e no ombro, foi socorrido ao Hospital das Clínicas, mas não resistiu aos ferimentos.

Em nota, a CDN, agência de comunicação para a qual Ribas trabalhava, disse que há 19 anos ele fazia o mesmo trajeto para ir ao trabalho. "Um dia muito triste para nós. Oswaldo Ribas, nosso colega, nos deixou hoje cedo."

A nota diz que ele era dos primeiros a chegar ao trabalho, "sempre com bom humor, profissionalismo e generosidade". Ele deixa esposa, três filhos e dois netos.

A agência informou que Oswaldo Ribas era gerente e editor da CDN Análise e Tendências na área internacional, atendeu grandes grupos empresariais e bancos públicos como Banco do Brasil, Petrobrás, BNDES e Telefónica. Era graduado em Jornalismo pela Unip e em Ciências Sociais pela USP.

Ribas foi editor de Finanças Internacionais da Gazeta Mercantil e também foi redator, repórter e editor assistente nas editorias de Internacional e Economia do jornal O Estado de S. Paulo, quando participou do projeto de edição brasileira do The Wall Street Journal Americas.

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