Temer participará de posse de novo diretor-geral da PF

Brasília

O presidente Michel Temer participa daqui a pouco de cerimônia de transmissão de cargo de diretor-geral da Polícia Federal ao delegado Fernando Queiroz Segovia. Ele assume o cargo no lugar de Leandro Daiello. O evento acontecerá na sede do Ministério da Justiça. Segundo a assessoria de imprensa do Ministério da Justiça, na cerimônia apenas Daiello, Segovia e o ministro da Justiça, Torquato Jardim, a quem a PF é subordinada, farão discursos. O novo diretor-geral da PF deve conceder uma coletiva de imprensa ao final do evento.

Ex-superintendente no Maranhão, adido na África do Sul e integrante da corregedoria da corporação até ser indicado ao cargo de diretor pelo presidente Michel Temer, Segovia tem pela frente o desafio de dar continuidade às grandes investigações de combate à corrupção iniciadas por seu antecessor, Leandro Daiello, e como meta pessoal a unificação da instituição.

Além da administração da PF, o novo diretor-geral também tem pela frente o desafio de esvaziar as suposições levantadas sobre o apadrinhamento político responsável pela sua condução ao cargo. Ao Estado, o novo diretor-geral negou a indicação política de seu nome para o cargo e disse que não tem relação com o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) e com o ex-presidente José Sarney, ambos do PMDB. Sobre o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes, o delegado afirmou que a relação se deu por causa de um convite para criação de um gabinete de segurança institucional na corte.

Agenda

O presidente Michel Temer chegou ao Palácio do Planalto por volta das 9h30 e antes de ir para a posse se reuniu com o ministro da Defesa, Raul Jungmann. Entre as últimas ações da pasta, está a ajuda nas buscas pelo submarino argentino ARA San Juan, que está desaparecido desde a última quarta-feira (15).

No sábado, Jungmann informou que a Força Aérea Brasileira (FAB) e a Marinha disponibilizaram dois aviões e três navios para ajudar nas buscas. Outro assunto em pauta na reunião de Temer com Jungmann é a aprovação da lista de promoções das Forças Armadas, que ocorre a cada três meses. (Carla Araújo, Fabio Serapião e Rafael Moraes Moura)

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